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Angelo Dantas

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Presidente da APHICUM

Academia Potiguar de História e Cultura Militar

O Coronel PMRN Ângelo Mário de Azevedo Dantas é, antes de tudo, um construtor de memória. Natural de São Paulo do Potengi, no Rio Grande do Norte, ele trilhou uma carreira que se inicia na disciplina da caserna, em 1982, e se expande, com notável consistência, para o campo da história, da cultura e da identidade institucional.

Oficial formado pela tradicional Academia de Polícia Militar do Paudalho, em Pernambuco, construiu uma trajetória sólida na Polícia Militar do Rio Grande do Norte, onde exerceu funções estratégicas e de alta responsabilidade, como Corregedor, Diretor de Ensino, Diretor de Apoio Logístico e, culminando sua carreira, Comandante-Geral da Corporação. Em cada uma dessas posições, revelou não apenas competência administrativa, mas um olhar atento à formação, à ética e à estrutura das instituições.

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Especialista em Segurança Pública e Cidadania, sua atuação ultrapassa os limites operacionais e alcança o campo da produção intelectual. Autor de obras fundamentais para a historiografia militar potiguar, como a “Cronologia da Polícia Militar do Rio Grande do Norte” e a história do Hospital Coronel Pedro Germano, o Coronel Ângelo firmou-se como pesquisador dedicado à preservação das origens e dos marcos institucionais.

Foi também o idealizador de iniciativas que transformam conhecimento em legado. Criou a Sala Histórica Tenente Luiz Rabelo, embrião do futuro museu da corporação, e desenvolveu estudos que resultaram no reconhecimento oficial das datas de criação da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar do Rio Grande do Norte. Sua atuação na área da medalhística e da heráldica demonstra sensibilidade simbólica e profundo respeito pelas tradições.

No campo cultural, é presença ativa em instituições de relevo, como o Instituto Histórico e Geográfico do Rio Grande do Norte e a Academia de Letras dos Militares Estaduais do Brasil e do Distrito Federal, além de ser o idealizador e presidente da Academia Potiguar de História e Cultura Militar, consolidando-se como uma das principais referências na valorização da memória militar no país.

Ao público, o Coronel Ângelo se apresenta como um guardião da história, alguém que compreende que as instituições não se sustentam apenas por suas estruturas, mas pela consciência de sua trajetória. Sua vida é exemplo de que a farda, quando aliada ao conhecimento, transforma-se em instrumento de cultura, identidade e permanência.

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